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O Afeto 

                                                                          
Um dia caminhando por uma rua de Londres, vi um homem alto e magro
sentado numa esquina, todo andrajoso, parecendo mais miserável ainda.
Dirigi-me a ele, apertei sua mão e perguntei-lhe como estava.

Ele olhou para mim e disse:
- Já nem consigo lembrar-me quando foi a última vez que senti o calor da
mão humana! E levantou-se.

Seu rosto foi iluminado por um belo sorriso, ao perceber que alguém se
preocupava com ele. Aquele simples aperto de mão fizera-o sentir-se
alguém.

Para mim, ele era Jesus em seu terrível disfarce. Eu lhe dei a sensação de
que ele era amado por alguém, a alegria de sentir-se amado. Alguém nos
ama, também! O próprio Deus. Fomos criados para amar e ser amados!!!

 


 

Federação Espírita do Maranhão - femar@femar.org.br